Capital tem o menor indice de crimes violentos dos últimos nove meses

No mês passado aconteceram 164 CVLIs na Capital. Já em abril último, 141.

Os esforços empregados pelas Forças de Segurança do Ceará, em 2017, no combate à criminalidade possibilitaram que o índice de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), em Fortaleza, apresentasse, em janeiro último, o melhor resultado desde abril de 2017. No mês passado aconteceram 164 CVLIs na Capital. Já em abril último, 141.

Este e outros dados foram apresentados pelo secretário da Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, na tarde desta sexta-feira (09), em reunião do programa “Em Defesa da Vida”, realizada na sede da SSPDS. Se comparado janeiro deste ano (164 casos) com janeiro de 2017 (122 vítimas), em Fortaleza, houve um acréscimo de 34,4%.
Das 22 Áreas Integradas de Segurança (AISs) do Estado, oito apresentaram queda ou empate no registro de CVLIs no mês passado se comparado com o mesmo mês de 2017. Na Capital, foram cinco AIS.

A intensificação no policiamento com o ingresso de novos servidores, o investimento em equipamentos e no trabalho dos setores de inteligência fazem parte dos esforços para combater o crescimento da violência no Estado. A apreensão de armas de fogo cresceu 11,8% no estado em janeiro último comparado com o primeiro mês de 2017, passando de 594 unidades apreendidas no Ceará para 664. Já o número de prisões e apreensões em flagrante, saltou 47,8%, indo de 1.296 para 1.916.

Índices

Os números de CVP-1, que inclui roubo a pessoa, roubo de documentos e outros tipos de roubos, registrou diminuição de 10,8% em comparação aos números de janeiro de 2017, saindo de 5.092 registros para 4.544 casos. A redução também aconteceu nos índices da Capital (-5,3%), do Interior Sul (-34,8%) e da Região Metropolitana de Fortaleza (-13,8%). Já o CVP-2, que inclui os índices de roubo de carga, roubo com restrição de liberdade da vítima, roubo a residência, roubo de veículo e roubo a banco, na Capital reduziu 2,1% e no Interior Sul, 30,3%. No Estado, o CVP-2 aumentou 5,3%, saindo de 969 casos, em 2017, para 1.020 registros no ano passado.

Com informações da SSPDS

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